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12.10.2013

CONCEITOS: MÓDULO 4:UNIDADE 4: CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE EUROPEIA

UNIDADE 4: CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE EUROPEIA

ILUMINISMO: Corrente filosófica que se desenvolveu na Europa do século XVIII e que caracterizou pela crítica à autoridade política e religiosa, pela afirmação da liberdade e pela confiança da Razão e no progresso da ciência, como meios de atingir a felicidade humana.
Originárias da Inglaterra (Enlightenment) e da Holanda, as “Luzes” fizeram da França o seu principal centro e, especialmente de Paris, irradiaram para a Europa e para o Mundo.

CONCEITOS: MÓDULO 4: UNIDADE 3: TRIUNFO DOS ESTADOS E DINÂMICAS ECONÓMICAS NOS SÉCULOS XVII E XVIII

UNIDADE 3: TRIUNFO DOS ESTADOS E DINÂMICAS ECONÓMICAS NOS SÉCULOS XVII E XVIII


 MERCANTILISMO: Teoria económica enunciada nos séculos XVI,XVII e XVIII, que defende uma forte intervenção do Estado na economia. O objetivo dessa intervenção era o aumento da riqueza nacional, identificada com a quantidade de metais preciosos acumulados pelo país. São características do mercantilismo as medidas de tipo protecionista e monopolista. O termo mercantilismo designa, igualmente, as políticas económicas que, de acordo com esta teoria, foram implementadas em grande parte dos países europeus no século XVII e na primeira metade do século XVIII.


 BALANÇA COMERCIAL: Termo que designa a relação entre o montante das importações e das exportações. Caso o volume das exportações ultrapasse o das importações, a balança comercial é positiva, o que se identifica com a prosperidade do país.


 PROTECCIONISMO: Política económica que impede a livre circulação de mercadorias. O protecionismo traduz-se, geralmente, por um aumento dos direitos alfandegários sobre as importações. O objetivo desta medida é permitir o desenvolvimento das produções internas que, desta forma, se tornam mais competitivas.


 MANUFACTURA: Num sentido lato, o termo designa as diferentes atividades industriais que não empregam maquinaria e que, por isso, são características das épocas pré-industriais. Em sentido restrito, aplica-se às grandes unidades transformadoras típicas dos séculos XVII e XVIII que, para além da concentração de trabalhadores, recorriam já à divisão do trabalho e ao uso de tecnologia própria (mas não de maquinaria).


 COMPANHIA MONOPOLISTA: Associação económica geralmente de cariz comercial, à qual o Estado conferia direitos exclusivos sobre determinado produto ou área de comércio. No século XVII organizaram-se numerosas companhias monopolistas, na sua maior parte destinadas ao comércio colonial. As mais poderosas foram as Companhias das Índias Orientais, as quais os estados (Holanda, Inglaterra, França) conferiam poderes de justiça, administração e defesa no Oriente. Estas companhias representavam os respectivos países, negociando tratados e conquistando territórios, pelo que, para além dos direitos de comércio, detinham um grande poderio territorial e militar.


CAPITALISMO COMERCIAL: Sistema económico caracterizado pela procura do maior lucro, pelo espírito de concorrência e pelo papel determinante do capital como motor do desenvolvimento económico. Característico da Idade Moderna (séculos XV a XVIII), o capitalismo comercial tem no grande comércio (e não na indústria) o seu setor mais lucrativo. Os capitais aí acumulados fizeram desenvolver as primeiras formas de capitalismo financeiro, materializado nas atividades bancário e bolsista.


Exclusivo Comercial: Forma de exploração económica que reserva para a metrópole os recursos e o mercado das colónias. Trata-se de uma medida protecionista cujo objetivo é garantir a obtenção de matérias-primas e produtos exóticos a baixos preços, bem como escoar as produções manufacturadas do país dominador.




MERCADO NACIONAL: Diz-se da capacidade aquisitiva da procura interna que, no caso da Inglaterra, no século XVIII, foi favorecida por:-revolução demográfica;- abolição dos entraves à circulação de produtos;- incrementos dos transportes;- crescimento urbano.




COMÉRCIO TRIANGULAR: Circuito de comércio atlântico que ligava os continentes europeu, africano e americano. Este comércio, que prosperou sobretudo nos séculos XVII e XVIII, era suportado pelas necessidades de mão-de-obra das colónias americanas que dependiam dos contingentes negros para as suas plantações e explorações mineiras.




TRÁFICO NEGREIRO: Intenso comércio de escravos negros que canalizou para a América grande número de africanos, na sua maioria comprados ou aprisionados nas costas da Guiné, de Angola e de Moçambique. Os escravos eram transportados em grandes navios negreiros, nas mais desumanas condições, pelo que uma parte significativa sucumbia durante a viagem.




BOLSA DE VALORES: Instituição financeira em que se transacionam bens mobiliários, como fundos do Estado, ações e obrigações.


 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL:  Em sentido estrito, é um conjunto de transformações técnicas e económicas que se iniciaram na Inglaterra na segunda metade do século XVIII e se alargaram a quase todos os países da Europa e da América do Norte no decorrer do século XIX.
Considera-se, geralmente, que foi a invenção da máquina a vapor e sua subsequente aplicação aos transportes e à indústria que provocaram a rápida mudança nos modos de produção (da manufactura passou-se à maquinofatura).
Em sentido lato, a revolução industrial significa o conjunto de modificações estruturais profundas que se estabeleceram na economia, na sociedade e na mentalidade do mundo ocidental, no período atrás referido.




BANDEIRANTE: Indivíduo participante numa bandeira, termo pelo qual, a partir do século XVIII, ficaram conhecidas as expedições armadas que percorriam o interior do Brasil em busca de ouro ev escravos. As bandeiras prolongaram-se do século XVI ao século XVIII., tendo como centro São Paulo, pelo que os bandeirantes são também conhecidos como “paulistas “ ou “gentes de São Paulo”.
A ação dos bandeirantes foi também da maior importância para o conhecimento do território e para a fixação das fronteiras do Brasil.

MÓDULO 4: A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII-SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS

UNIDADE 2: A EUROPA DOS ESTADOS ABSOLUTOS E A EUROPA DOS PARLAMENTOS

ANTIGO REGIMEÉpoca da História europeia compreendida entre o Renascimento e as grandes revoluções liberais que corresponde, grosso modo, à Idade Moderna. Socialmente, o Antigo Regime caracteriza-se por uma estrutura fortemente hierarquizada (em ordens), politicamente, corresponde ás monarquias absolutas e, economicamente, (mercantilismo) ao desenvolvimento do capitalismo comercial.

ESTRATIFICAÇÃO SOCIALDivisão da sociedade em grupos hierarquicamente organizados, consoante o seu prestígio, poder ou riqueza.

ORDEM/ESTADO:  Categoria social que goza de um grau determinado de dignidade e prestígio, correspondente à importância da função social que desempenha. A ordem (ao contrário da classe social) assenta mais no nascimento que na riqueza, perpetuando-se por via hereditária e admitindo uma mobilidade social reduzida. Uma das ordens do Antigo Regime, o clero, foge, pelo celibato imposto aos seus membros, à transmissão hereditária, mas reflete, na sua hierarquia interna, a diversidade social das duas outras ordens. MOBILIDADE SOCIAL:- Transição dos indivíduos de um para outro estrato social, quer em sentido ascendente, quer em sentido descendente. Numa sociedade de ordens esta mobilidade é sempre reduzida, uma vez que o critério de diferenciação social assenta no nascimento. Porém, no Antigo Regime, o desenvolvimento do capitalismo comercial conduziu à ascensão da burguesia, que viu reforçadas tanto a sua valia económica como a sua dignidade social. Este processo culminará com o embate das revoluções liberais que destruirão a sociedade de ordens, instaurando o atual modelo de organização social em classes. 
MONARQUIA ABSOLUTA:  Sistema de governo que se afirmou na Europa, no decurso do Antigo Regime. Concentra no soberano, que se considera mandatado por Deus, a totalidade dos poderes do Estado.

SOCIEDADE DE CORTE: Grupo de pessoas que rodeia o rei e participa na vida da corte. Trata-se de um conjunto razoavelmente vasto e organizado que partilha os mesmos valores e o mesmo padrão de vida. A sociedade de corte atingiu o seu período áureo nos séculos XVII e XVIII, assumindo então um lugar central no conjunto da sociedade.

PARLAMENTO:  Assembleia política à qual cabem, em regra, funções legislativas. Este tipo de órgão apresenta outras designações como, assembleia, cortes ou congresso. O atual Parlamento inglês é o parlamento mais antigo, tendo servido de modelo a muitos outros. As suas origens remontam à Magna Carta (1215), encontrando-se desde o tempo de Eduardo III (século XIV) dividido em duas câmaras, que evidenciam a distinção entre a nobreza e o povo: a Câmara dos Comuns que, nos séculos XVII e XVIII, era eleita por sufrágio censitário, e a Câmara dos Lordes, nomeada pelo rei.

CONCEITOS: MÓDULO 4: UNIDADE 1-POPULAÇÃO DA EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII: CRISES E CRESCIMENTO

MÓDULO 4: A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII-SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS
UNIDADE 1: POPULAÇÃO DA EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII: CRISES E CRESCIMENTO


ECONOMIA PRÉ-INDUSTRIAL- Sistema económico que se caracteriza essencialmente pela base agrícola e pela debilidade tecnológica. O volume de produção encontra-se, por isso, estreitamente ligado ao número de homens, estando a expansão demográfica limitada pela insuficiência dos recursos alimentares, Assim, as fases de crescimento e recessão económicas coincidem, em geral, com os fluxos e reflexos populacionais.




CRISE DEMOGRÁFICA- Quebra demográfica brusca provocada por uma elevação violenta da taxa de mortalidade, acompanhada do recuo da taxa de natalidade. A crise demográfica é geralmente de curta duração (alguns meses) e devido a surtos de fome (crises de subsistência) e/ou epidemias.

2.02.2012

Reino :


Estado ou nação cujo chefe politico é um rei. Na época medieval, os reinos eram unidades territoriais sob a chefia de um rei, que agregavam pequenas unidades regionais.

Senhorio



Circunscrição jurídica, fiscal e administrativa na qual um senhor, nobre ou eclesiastico, exerce o poder banal sobre todos os homens (livres ou servos ) aí residentes.

11.02.2011

Conceitos Módulo 1 - Unidade 3

Igreja-Romano Cristã: Termo que designa o Cristianismo e suas hierarquias sacerdotais, após a sua ascensão a igreja oficial do Estado Imperial Romano;

Civilização: Conjunto de instituições, técnicas, saberes, costumes, crenças,... que caracterizam uma sociedade ou um grupo de sociedades determinadas;

Época Clássica: Período de Antiguidade que corresponde aos séculos de nascimento e desenvolvimento das civilizações grega e romana. Cronologicamente, estende-se do inicio do 1º milénio a.C até 476 a.C, data da queda do Imperio Romano do Ocidente;

Conceitos- Módulo 1 Unidade 2

Urbe: Refere-se principalmente na numeração dos anos desde a fundação de Roma, tradicionalmente fundada no ano 753 a.c.;

Império: Conjunto de diversos territórios , com diferentes nações e culturas, geralmente adquiridos por conquista, que estão subordinados à autoridade de um único governo ( Estado), o qual exerce o domínio político e a exploração económica;

Forum: Principal praça pública das cidades romanas, onde se encontravam os mais importantes templos e edificios publicos;

Direito: Conjunto de de leis e normas jurídicas que governam um povo ou Estado e que regulam as relações sociais. O cumprimento da lei é garantido pela ação coerciva do Estado, o que distingue estas normas das morais, religiosas e sociais;

Magistratura: Cargos superiores do funcionalismo público e do exercicio nos quais era delegado algum poder do Estado ( potestas ou imperium);

Urbanismo: Estudo sistematizado da cidade que inclui o conjunto de medidas técnicas, administrativas, económicas e sociais necessárias a sua planificação e desenvolvimento ( ruas, templos, praças...);

Pragmatismo: Filosofia ou corrente de pensamento que valoriza o senso comum, ou juízo prático e objectivo, como orientação de vida;

Romanização: Ato ou efeito de romanizar, isto é, adaptar os costumes e cultura romanos;

Munícipio: Cidade do Império Romano, em Itália ou nas provincias, cuja organização administrativa interna era semelhante à da capital do império - Roma;

Aculturação: Ato de assimilição de uma cultura por outra diferente, fenómeno resultante do contacto directo e contínuo entre grupos de individuos de culturas diferentes;

10.02.2011

Conceitos da Unidade 0/1

Ciências Sociais: É um ramo da ciência que estuda os aspectos sociais do mundo Humano, ou seja, a vida social de individuos e grupos Humanos. Isso inclui: Antropologia, Estudos da Comunicação, Ecónomia, Administração, Arqueologia, Contabilidade, Geografia Humana, História Linguística, Ciência Política, Estatística, Psicologia Social, Direito e Sociologia;

Nova História: Conceção da História,surgida a partir da revista Annales(1929), que é a primeira tentativa da historia total, atraves da valorização dos novos objectos, como as mentalidades, os marginais, a família, a morte, o presente....a nova História assenta no novo conceito de documento (tudo o que diz respeito aos seres Humanos), no alargamento dos âmbitos cronológicos e geográficos, no recurso a novas metodologias e na interdiciplinaridade;

Diacronia: Eixo coordenador do tempo que se refere ao desenvolvimento ou sucessão de acontecimentos;

Sincronia: Eixo coordenador do tempo que se refere as simultaneidades de factos ou fenómenos históricos;

Fonte Histórica: Vestígios do passado que são evidencias das atividades, das ideias e das crenças dos seres humanos de outras épocas, possibilitando aos historiadores construir o conhecimento sobre a Humanidade nessas épocas;

Cronologia: Ciência que trata da ficção das datas de ocorrência de factos históricos, das divisões do tempo, da ordem e sucessão dos acontecimentos. A cronologia assenta em convenções e regras próprias;

Periodização: Na história tradicional, refere-se a divisão do tempo histórico em períodos mais ou menos longos, transcorridos entre duas datas ou factos marcantes;

Património: Conjunto de bons materiais e culturais transmitidos pelos antepassados. O património deve ser preservado e valorizado pelo estado e pelos cidadãos, pois constitui uma herança colectiva, nacional e da Humanidade;


Efeito: Resultado ou consequência de um facto ou acontecimento;

Pólis: Conjunto de pessoas que vive em comunidade, e se auto-administra. Também pode designar a própria cidade-estado;


Ágora: Praça pública das cidades gregas e parte essencial de pólis. Nela se concentravam as actividades sociais, económicas, religiosas, e culturais. A sua função dominante era, porém, política, ja que se tratava do espaço democratico por excelência;

Democracia Antiga: Ideologia e regime político surgido na grécia Antiga em que a soberania é partilhada em situação de igualdade por todos os cidadãos homens, na primeira pessoa e não por delegação de poderes como hoje acontece. A democracia grega excluía as mulheres, os escravos e os estrangeiros;

Cidadão: Individuo que possui a cidadania, isto é, que usufrui de direitos civis e politicos. No periodo clássico, em Atenas, cidadaos eram apenas os homens livres, filhos de pai e mae atenienses, inscritos nos demos de pólis;

Meteco: Nome que designava o estrangeiro que residia em Atenas, ainda que ele fosse natural de outra pólis grega. Os metecos possuíam direitos civis, pagavam impostos e prestavam serviço militar, mas nao usufruiam de direitos politicos e nao podiam ter imóveis, nem casar com atenienses;

Escravos: Homem nao-livre, sem personalidade política nem jurídica. Os escravos podiam ser propriedade publica ou privada e exerciam toda a especie de serviços braçais e mesmo intelectuais (muitos foram pedagogos, músicos e poetas);

Ordem arquitéctonica: Conjunto de regras técnicas e estéticas que definem as formas e as proporções dos elementos construtivos;

6.02.2011

Bandeira de Portugal




A entrada de Portugal na Europa


No dia 1 de Janeiro de 1986 Portugal entrava na CEE. A entrada representou uma efectiva abertura económica e um aumento na confiança interna da população. O Estado pouco ou quase nada se reformou, as clientelas do costume continuaram a engordar. Apesar de tudo avançou-se bastante em termos da concretização de muitos direitos sociais (habitação, saúde, educação, etc). as infra-estruturas começaram a renovar-se a bom um ritmo.
O crescimento económico atingiu valores surpreendentes, impulsionada pelas obras públicas e o aumento de consumo interno.
Adesão revelou-se catastrófica para o sector exportador português. Entre todos os países da CCE foi de longe o mais penalizado. As cotas de mercado de produtos portugueses caíram abruptamente nos seus mercados tradicionais, como Inglaterra, Alemanha e França.
Graças a uma política económica conduzida por iberistas, as empresas espanholas tiveram uma entrada facilitada em sectores estratégicos de Portugal, o que contribuiu para o colapso das exportações nacionais.


Países que entraram em Portugal




Áustria
Bélgica
Bulgária
Chipre
República Checa
Dinamarca
Estónia
Finlândia
França
Alemanha
Grécia
Hungria
Irlanda
Itália
Letónia
Lituânia
Luxemburgo
Malta
Países Baixos
Polónia
Portugal
Roménia
Eslováquia
Eslovénia
Espanha
Suécia
Reino Unido

União Europeia


A União Europeia (UE), anteriormente designada por Comunidade Económica Europeia (CEE), Comunidade Europeia (CE) e Mercado Comum Europeu (MCE), é uma união supranacional económica e política de 27 Estados-membros, estabelecida após a assinatura do Tratado de Maastricht, a 7 de fevereiro de 1992, pelos doze primeiros países da antiga CEE, uma das três Comunidades Europeias.
A União Europeia é uma formação de um novo tipo de união entre Estados pertencentes à Europa. Enquanto instituição, passou a dispor de personalidade jurídica após o início da vigência do Tratado de Lisboa. Possui competências próprias, tais como a Política Agrícola Comum, a Política Comum das Pescas, entre outros. Estas competências são partilhadas com todos os Estados-membros da União Europeia. Trata-se de uma organização que combina o nível supranacional e o nível institucional num campo geográfico restrito com o papel político próprio sobre os seus Estados-membros.
O Tratado de Paris, assinado em 1951, estabeleceu a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, e os Tratados de Roma, assinados em 1957, instituindo a Comunidade Económica Europeia e a Comunidade Europeia da Energia Atómica ou Euratom, foram assinados por seis membros fundadores: Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. Depois disto, a UE levou a cabo seis alargamentos sucessivos: em 1973, Dinamarca, Irlanda e Reino Unido, em 1981, Grécia, em 1986, Portugal e Espanha, em 1995, Áustria, Finlândia e Suécia, a 1 de maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Polónia, a 1 de janeiro de 2007, Bulgária e Roménia.
Em 1972 e 1994, a Noruega assinou também tratados de adesão à União Europeia. No entanto, nas duas ocasiões, através de referendos, a população norueguesa rejeitou a adesão do seu país. À população helvética foi também proposta a adesão do país à União, mas foi rejeitada através de referendo popular em 2001.
A Croácia, a Turquia, a República da Macedónia e a Islândia são os Estados candidatos à adesão à UE. As negociações com os três primeiros países iniciaram-se oficialmente em outubro de 2005, mas ainda não há uma data de adesão definida - o processo pode estender-se por vários anos, sobretudo no que concerne à Turquia, contra a qual há forte oposição da França e da Áustria. Quanto à Islândia, formalizou em julho de 2009 a sua candidatura, e caso as negociações sejam bem sucedidas realizar-se-á um referendo para que a adesão se possa efetivar

Bloco Capitalista ( Ocidental)




O Bloco capitalista, durante o período da Guerra Fria, é o nome que se dá ao grupo de países capitalistas, que eram os países da Europa Ocidental, parte dos países da Ásia, América Central (exceto Cuba), América do Sul e Oceania, liderados pelos Estados Unidos.

Bloco Socialista



Um Estado Socialista é uma incoerência já que o socialismo é um modo de produção cuja característica principal é a ausência de classes sociais e portanto de um estado, mas esse termo ficou erronamente vinculados aos países que se autodenominaram socialistas -emboras estes tenham adotado o capitalismo de Estad - e que adotam o regime de coletivização ou propriedade estatal das empresas, total ou parcialmente. Todos esses países adotaram o sistema republicano e, destes, muitos foram governados sob regime de partido único.
Atualmente, os Estados que conservam total ou parcialmente estas características são: República Popular da China, a República de Cuba, a República Democrática Popular da Coréia, a República Democrática Popular Laoana e a República Socialista do Vietn.
Também se emprega o nome Estado comunista, usado pela imprensa capitalista durante a Guerra Fria em referência ao sistema de partido único e o governo do Partido Comunista. Esta denominação é em realidade um oxímoro, posto que a teoria marxista almeja que no socialismo o Estado deixaria de existir e o comunismo seria a fase mais avançada do socialismo. Quase todos estes Estados destacaram seu caráter socialista em seu nome oficial e quatro dos cinco que hoje existem continuam fazendo. Assim, muitos destes estados contêm os adjetivos popular, socialista e democrático em sua denominação. Existem também estados que contêm estes termos em seu nome embora não tenham adotado esse sistema, como a República Democrática Socialista do Sri Lanka e a República Democrática Popular da Argélia.